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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Paulo Teles e advogados trindadenses são homenageados pelos rotarianos

Claud Wagner e o homenageado Paulo Teles.
A reunião de quarta-feira (20) do Rotary Club de Trindade foi destinada à comemoração do Dia do Advogado, ocorrido em 11 de agosto. Os trabalhos foram conduzidos por Sandra Gonçalves Dias, presidente daquele Clube de Serviços. Dentre os vários homenageados da noite, como João Tomé de Melo, Alexandre Freire Filho, Orlando dos Santos Filho, Isabel Assêncio Lisboa, Geraldo Dias Peleja, Paulo Maria Teles Antunes, ex-desembargador de Justiça de Goiás.

A advogada e rotariana Neuza Valadares fez a saudação ao agora advogado e ex-presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Paulo Teles, lembrando a célebre frase de Abraham Lincoln (12.02.1809 – 15.04.1865): “Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder”. Neuza afirmou que a filosofia contida n frase em questão mostra bem que se a pessoa tem a possibilidade de se impor às demais, ela pode também ter uma atitude mais generosa ou vir a ser medíocre.

Neuza destacou que a atuação de Paulo teles à frente do poder Judiciário em Goiás foi marcada pelo respeito aos advogados de um modo geral, mas sobretudo por sua inequívoca demonstração de personalidade e caráter correto. Além disso, Paulo Tele sempre teve atenção especial à problemática social daqueles que recorrem à Justiça, “especialmente aos menos favorecidos que tinham acesso ao seu gabinete”, salientou Neuza Valadares.

Virtual candidato à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seção Goiás, determinado a disputar o comando da entidade com a tradicional corrente denominada “OAB Forte”, Paulo Teles fez um breve pronunciamento no púlpito do Rotary de Trindade, falando para rotarianos e convidados sobre a profissão de advogado, “alguém condenado a estudar permanentemente”. Na sequência os homenageados receberam certificados em reconhecimento ao trabalho prestado no exercício da advocacia.

Quem é ele?
Paulo Maria Teles Antunes é cearense de Coutinho. Nascido em 29 de abril de 1946, Paulo Teles formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Anápolis, em 1974, tendo exercido a advocacia de 1976 a 1997. Ou seja, lá e vão 4 décadas na carreira jurídica. Desempenhou diversas funções na Seccional Goiana da Ordem dos Advogados do Brasil. Em 1997 foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás pelo quinto constitucional, tendo exercido também o cargo e presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás, em 2003. Em 2009 foi eleito para assumir o cargo de Presidente do TJ/GO, biênio 2009/2011, que depois de haver cumprido integralmente seu mandato se aposentou em 2012.


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Algumas considerações a respeito das eleições para deputado em Trindade.


Normalmente os prefeitos lançam ou apoiam candidatos a deputado estadual e federal de seu grupo político para, digamos, ter um parlamentar “para chamar de seu”. Mas essa escrita está ficando meio de lado em Trindade, agora sob a gestão do prefeito Jânio Darrot (PSDB). A gente tem observado a movimentação de sua excelência em eventos de alguns candidatos a deputado estadual, mas nenhum concorrente até agora está em condições de dizer que é o candidato apoiado pelo prefeito e seu grupo.

Talvez essa prática seja uma estratégia capaz de vir a produzir bons frutos, vai saber. Todavia é sempre bom lembrar que uma cidade com mais de 100 mil habitantes, caso aqui da “Capital da fé”, não devia ficar sem representante na Assembleia Legislativa de Goiás no período de 2015-2018. Nunca é demais salientar a importância da cidade como polo turístico das terras goianas, no segmento religioso e católico.

E quem observa a situação geral da cidade percebe o quanto de investimento precisa ainda ser feito em termos de urbanização (asfaltar ruas e avenidas, construir praças e reformar as existentes), melhorar o transporte coletivo urbano, viabilizar investimentos, sobretudo privados, com destaque para o segmento de prestação de serviços (hotéis, pousadas, bares e restaurantes, por exemplo), dentre outras necessidades. Neste contexto, a presença de gente da terra no centro de decisão do Governo é sempre um trunfo pelo qual vale a pena lutar. É lógico que havendo um deputado do município no poder Legislativo não significa que as coisas serão fáceis, mas acaba sendo um ponto positivo para se conseguir uma melhor parte do Orçamento do Governo de Goiás.

É importante salientar que estão em jogo nesta campanha, cujas eleições serão realizadas no dia 5 de outubro próximo, as 41 cadeiras no Palácio Alfredo Nasser, no Parque dos Buritis, em Goiânia. A briga por dessas vagas é coisa custosa, difícil mesmo. Ninguém consegue sentar-se no Parlamento na base da sorte. A disputa pelo voto do eleitor custa caro para o candidato que, sem uma estrutura de campanha considerável, dificilmente sai vitorioso deste embate.

Mas a dificuldade não fica só por aí na campanha não, internauta que se interessa pela política. É que se o deputado eleito não tiver competência acaba sendo apenas mas um entre os 41. Se não tomar cuidado, não se cercar de uma assessoria competente e trabalhadora, o risco de passar 4 anos na mediocridade é muito grande. Veja, a propósito, como é que se saíram os atuais deputados cujos mandatos estão terminando neste ano. Qual deles se destacou verdadeiramente?

Por pensar dessa forma é que a gente fica apreensivo em relação à postura do prefeito de Trindade, pois está em jogo muita coisa importante que poderá facilitar ou não a continuidade da atual administração municipal. E quando tentamos enxergar o futuro aí, sim, é que ficamos ainda mais inquietos a respeito do que pode vir a acontecer na “Capital da fé” dos goianos.

Agora, quem acompanha política sabe que o candidato a deputado de hoje pode muito bem ser mais um concorrente ao cargo de prefeito lá em outubro de 2016. Então... Olhando a coisa por esse ângulo estou aqui tentado a pensar que pode ser que não apoiar apenas um candidato seja uma boa estratégia para a tentativa de reeleição do atual prefeito. Político não costuma mesmo dar ponto sem nó, já dizia aquele outro lá.


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Ganhando a vida e equilibrando o bolso no sinal vermelho.

O venezuelano Gregores Garcia (29), veja a foto, está no Brasil desde janeiro deste ano. E há mais ou menos 2 meses, Gregores veio para Goiânia e neste período tem feito apresentações em diversos locais, especialmente em pontos a céu aberto, como o aquele ali no Setor Oeste, onde se encontram as Avenidas Assis Chateaubriand e a T 7. Logo no início do dia, por volta das 7 h, eis que o malabarista ambidestro da terra do petróleo na América do Sul, faz seu espetáculo acontecer para os motoristas que aguardam o sinal voltar a ficar verde novamente para seguir a viagem. É coisa sempre muito rápida, pois o show precisa durar menos do que os 25 segundos em que o semáforo permanece no vermelho. Afinal de contas, Gregores não tem ajudante nestes shows matinais, precisa levar seu número ao permanentemente renovável “respeitável público” e ainda correr até aqueles que demonstram a intenção de lhe dar uns trocados, em pagamento pelo breve espetáculo. Jeito nada fácil de se ganhar o “pão nosso de cada dia”, pelo menos na minha opinião. O jovem venezuelano já tem passagem marcada para o dia 8 de outubro, quando inicia o retorno para “su casa”. No plano da viagem de retorno estão previstas passagens por Manaus (Amazonas) e Boa Vista (Roraima). Quer saber se ele gostou de vir ao Brasil agora pela primeira vez, curioso internauta? A resposta é “Sim, gostei muito”, afirmou. Ah, e será que deu para ganhar algum dinheiro? “Deu sim, não muito”, revelou, mas nem tanto assim, o talentoso malabarista da terra de Hugo Chávez.


domingo, 17 de agosto de 2014

Recordar é viver... The Kingstone, banda de baile de Aloândia.

The Kingstone: Juvercino, Mário, Pajé, Antonio e Adebrair,
11 anos animando bailes em Goiás e fora dele também,
nos idos de 1970.
A novela das 19 h da Rede Globo, Boogie Oogie, tem uma trama baseada nos anos de 1970, todo mundo sabe disso. Vai daí que neste fim de semana estive em Edealina para participar da festinha de aniversário da Mariana (7 aninhos), filha da Keyla e do Cristiano. A Keyla é filha do meu tio paterno Jair Lucindo, o Jair Pitota. Claro que aproveitei e vi um monte de gente que fazia tempo não encontrava, parentes, amigos e conhecidos. E o que tem os anos 70 a ver com isso? Espere só mais um pouquinho, internauta afoito.

Por falar em Edealina, bom dizer que aquela cidade está vivendo tempos de prosperidade com a chegada da Votorantim Cimentos. A população de algo ao redor de 4 mil habitantes, no Sul de Goiás, na região do Vale do Rio dos Bois, passou a ter novas oportunidades de empregos diretos e, claro, o reflexo a que se está assistindo em toda a atividade econômica do município depois da instalação de uma fábrica no município. Encontrar imóvel para alugar na cidade, não é fácil. E a valorização imobiliária nos últimos anos tem sido muito forte mesmo.

Bem, mas retomando o fio meada, o motivo pelo qual iniciei esta notinha. É o seguinte, ao visitar meu outro tio paterno que também mora em Edealina e lá se vão muitos anos, o Mário Lucindo, dei de cara com a fotografia que ilustra e dá sentido a estas linhas, inegável relíquia histórica para a família. É, o “Marreco”, como é conhecido pelos amigos e familiares, professor aposentado, é músico, batera, hoje com as baquetas meio que encostadas. E nos idos de 1970, o cara era integrante de uma banda, a The Kingstone.

Então, àquela época, o tio Mário morava em Aloândia, nossa terra natal. No período de 1966 e 1977, juntamente com o Juvercino e o Adebrair, ambos de Morrinhos, o Pajé, de Joviânia, o tio Mário e o Antônio, também de Aloândia, formaram o The Kingstone. E os caras durante 11 anos embalaram muitos bailes por este Goiás afora, tendo tocado inclusive em cidades do então Norte de Goiás, hoje Tocantins, Pará e Maranhão.

Na foto clicada diante da estátua do Cristo Redentor em Morrinhos, os caras da The Kingstone botaram banca com aquele visual genuinamente anos 70: Calças boca de sino, cabelos compridos, barba, óculos escuros e aquela pose toda. Banda de baile era comum por aquela época. E estamos falando de uma banda de uma cidade do interior goiano, Aloândia. Para os músicos aquilo ali era uma verdadeira escola pois o cara tinha que se desdobrar, tocar e cantar músicas de vários estilos. Inclusive e principalmente mandando ver naquelas canções românticas em inglês.

Lembro-me de ouvir os caras dizendo que pegavam as letras pela pronúncia, mas eles não sabiam era nada de inglês mesmo. Qual a saída para animar as baladas, cujo “set list” de então era recheado de músicas estrangeiras? Ora, o “enrolation”. Pessoal sempre foi mesmo para as festas é para se divertir e coisa tal. Se o cantor está pronunciando corretamente a letra da música ou não, depois de tanta bebida na barriga e o álcool e outras substâncias na cabeça, o que importava? É assim até hoje. A propósito, não faz muito tempo, no auge de “Gangnam Style”, do rapper sul-coreano Psy, ouvi os cantores de uma banda de baile em Trindade cantando aquele troço incompreensível.

Mas, retomando para concluir, é bacana ver um pouco da história de vida de pessoas queridas da gente. E notar mesmo como era a vida, o estilo das pessoas de uma época nem tão distante assim no tempo. Muito bom mesmo. Porém, antes que eu me esqueça, vale a pena dizer quem era quem na The Kingstone. Seguinte, na foto, da esquerda para a direita: Juvercino (Guitarra), Mário (Bateria), Pajé (Teclados), Antonio (Baixo) e Adebrair (Guitarra e vocal). Bons tempos aqueles, galera.


sábado, 16 de agosto de 2014

Sobre prosperidade e gente bem intencionada na política.



Sempre nas temporadas de caça ao voto do eleitorado, de dois em dois anos, fico com a impressão de que há prosperidade sim nessa “terra em que se plantando tudo dá”. Pelo menos naquele estrato social onde flutuam candidatos e potenciais concorrentes a cargos eletivos. De uma hora para outra surgem no cenário pessoas se candidatando e botando campanhas vistosas nas ruas. Outdoors, banners, carros e mais carros plotados circulando pra lá e pra cá, foguetes pipocando no céu das cidades, carros de som e aqueles jingles enjoativos toda vida salientando possíveis qualidades do candidato passam a ser vistos por todos quer queira, quer não.

Quanta gente honesta, trabalhadora, cuja vida parece ser totalmente devotada a “servir alguém sem olhar a quem”, assim sem quaisquer outros interesses a não ser promover o bem geral de todos. Sei. Diante de tanta bondade a gente até se pergunta como é que as coisas ainda teimam em não melhorar? Por quê serviços públicos essenciais feito a segurança pública não funcionam tão bem como deveria se há tantas pessoas espantosamente bem intencionadas e dispostas a “dar de si sem pensar em si”, sobretudo exercendo mandatos eletivos? Que contradição, hein?

E neste período eleitoral damos de cara hora sim e outra também com pessoas emitindo sinais exteriores de prosperidade muito fortes porque todo mundo sabe claramente que “não há jantar grátis”, como também inexiste a possibilidade de não se gastar dinheiro em campanha de disputa ao voto. Eis aí, meus chegados e minhas chegadas, uma brincadeira bastante dispendiosa mesmo. Sem dinheiro no bolso, na bolsa, na carteira, ou é claro, na conta corrente, melhor nem pensar em candidatura seja lá a que cargo político for. Afinal, disputar voto não custa barato da forma como a gente vê até políticos, sobretudo os iniciantes, tentando nos convencer mediante prestações de contas modestas.

Seria, acredito, um modo interessante do político se apresentar ao distinto público votante deixando claro quanto está gastando em sua campana e a origem do dinheiro que está bancando a coisa toda, sem subestimar as despesas, por exemplo, na divulgação das respectivas contas. Este aspecto da atividade política é sempre tratado de forma, digamos, superficial ou ignorada talvez para evitar complicações do candidato junto à tal da opinião pública. E é difícil a gente acreditar que os políticos aí estão se dedicando 24 horas por dia sem a preocupação comum de todos que é a de ter dinheiro para pagar as contas todo mês e ver se ainda sobra ao menos alguns trocados.

Mas a atual campanha agora que está dando o ar da graça nas ruas de uma forma mais visível a olho nu e vale a pena observar o comportamento do pessoal que resolveu se candidatar e está “humildemente” pedindo o voto da gente. É isso aí.


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Novo palestrante surgindo em Trindade

Frederico Antônio Simão é advogado formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), em 1991, com atuação junto a empresas, cooperativas de produtores rurais, principalmente em ações de execuções fiscais e bancárias, contratos e vários assuntos ligadas à atividade agrária.

Frederico já pertenceu à direção da Subseção de Trindade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), tendo sido secretário da entidade. Foi presidente do Rotary Club de Trindade e participa ativamente inclusive da política partidária no município.


Com vasta experiência profissional, eis que o advogado Frederico Simão dá início agora a uma nova fase em sua carreira. E o marco deste momento é justamente a palestra Gerenciamento de Crises, Como Preservar o Patrimônio, que será realizada no Auditório da Prefeitura de Palmeiras de Goiás, às 20 horas, desta quinta-feira (14). Daqui deste espaço desejamos todo sucesso ao advogado palestrante Frederico Antônio Simão.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Será que o asfalto agora se tornará realidade mesmo no Ana Rosa?

A credibilidade da gestão pública municipal junto à maioria da população trindadense não anda lá muito grande não. E há razões para isso estar assim, que não se originaram agora, na atual administração do prefeito Jânio Darrot (PSDB). É coisa antiga mesmo. Veja a seguir só um exemplo.

Morador da Rua 103 com a Av. Trindade, no Setor Ana Rosa, sai de casa cedo para trabalhar e retorna somente à noite. Ao se aproximar de sua residência se depara com piquetes, estacas, fincadas em vários pontos da rua. Parece que o pessoal resolveu mesmo asfaltar o lugar, qualquer um certamente iria pensar, numa situação semelhante. E daí para se ficar eufórico seria um pulinho só. Bom, seria.

No entanto, quem mora naquele setor já teve experiências ruins neste sentido e até em passado não muito distante. Durante outras gestões municipais muito serviço chegou a ser feito nas ruas e avenidas do Ana Rosa, levando mesmo a se acreditar que o asfalto se tornaria realidade, mas os homens e suas máquinas acabaram sumindo do lugar sem concluir a tarefa, deixando buracos, poeira e uma gente desacreditada na política e nos gestores públicos do município.

Claro que agora os tempos são outros. É o que esperamos, evidentemente. Tomara que os piquetes, as estacas, fincadas nas ruas do Ana Rosa sejam verdadeiramente sinalização de que a pavimentação será realizada e logo, antes que comecem as chuvas. E isso é importante também para que os gestores públicos comecem a resgatar um pouco da credibilidade perdida ao longo dos anos.